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Desejos Atrevidos

A loucura, devaneios e desejos de uma cabeça incapaz de ficar dentro das calças.

Desejos Atrevidos

A loucura, devaneios e desejos de uma cabeça incapaz de ficar dentro das calças.

Um dia de verão

Num dia quente de verão  desce uma longa escarpa até àquela praia deserta onde só vão amantes da fotografia como ele, e  nudistas. Após várias fotos ganha coragem e liberta-se de roupas e vergonha, estende a toalha e deita-se na areia. Tenta abstrair-se do local onde está, evita olhar em seu redor para não parecer um novato. Não consegue no entanto evitar olhar para um dos mais belos corpos que já havia visto em toda a sua vida.  Uma mulher quarentona, de seios empinados, barriga lisa e rabo firme.  Seu pau, pouco habituado a este ambiente deu sinal de vida e apontou o céu.  Ela repara ri-se,  ele cora envergonhado.  Ela aproxima-se e diz:

"Vejo que é novo por aqui".

Ele responde afirmativamente.

"Pela máquina, vejo que gosta de belas paisagens".

"Sim, muito. Adoro fotografar."

"Não era bem nessa máquina que estava a referir. Pelo sinal de vida que deu, considerou-me como bela paisagem. "

Corou mais um pouco mas lá respondeu:

"Das melhores que já vi na minha vida."

"Venha, há mais praia para conhecer."

Nem nos mais íntimos desejos ele imaginou que tal pudesse acontecer, seguiu-a para uma visita ao um dos cantos mais escondidos da praia. 

"É sempre bom saber que alguém nos deseja", diz ela enquanto se baixa e lhe proporciona uma das melhores mamadas de sempre. Com uma habilidade nata, passa a língua pelo seu membro, pelas bolas e chupa como se fosse a última vez que faria na vida, fazendo-o vir-se abundantemente.

Regressam à toalha e pergunta se lhe empresta o telemóvel. Digita um número e diz:

"Não havia condições de segurança para mais. Este é o meu número.  Ligue-me para acabar o que ficou a meio." 

Afastou-se, deixando-o  atónito a olhar para aquele pedaço de mau caminho.

 

 ,

Numa estação de serviço

 

Faz tempo que se falavam, confidenciavam seus desejos, viam-se através de uma janela virtual mas a distância nunca lhes tinha permitido sentir a pele um do outro até que um dia ela vai de viagem com a família passando  perto dele. A loucura apoderou-se deles, seria a hipótese de se verem. Combinaram que ela pararia numa numa estação de serviço para descansar e se verem. Perto da hora prevista ela recebe uma mensagem, ele já  chegou.

O coração dela palpitou, agora só teria de pensava em como se iria afastar da família.  Mal chegou seus olhos percorreram todos os cantos à  sua procura, e mal seus olhares se cruzaram um arrepio percorreu o seu corpo.  Sorriu.

Disse à família que estava um pouco indisposta, que precisava de se refrescar e dirigiu-se ao wc. Passou por ele, sorriu de novo. Abriu a porta espreitou para dentro, voltou-se de novo e piscou o olho como que diz, vem, é  agora, o caminho está livre.

Sem pensar seguiu-a e sem uma única palavra seus lábios tocaram-se pela primeira vez. Suas mãos percorreram seus corpos  sentindo cada pedaço de pele. 

Abriu-lhe a blusa vendo ao vivo os seios que tanto desejou, que tanta vez tinha visto através de um monitor,  e beijou-os. As mãos dela já procuravam o botão das calças,  abrindo e soltando um pau firme e cheio de desejo. Baixou-se e chupou-o. Sentiu-o na sua boca..

Levantou -se e os lábios tocaram-se de novo. As mãos dele levantavam -lhe o vestido,  afastavam as cuecas e e sentiu seus sexo molhado e desejoso de o receber.

Sentou-se, e ela sentou-se em cima, sendo penetrada até ao fim, sem dificuldade tal era o desejo. 

O tempo disponível não era muito e logo começou numa cadência rápida, ele saboreava seus seios enquanto ela subia e descia no seu pau.

Seus líquidos escorriam-lhe pelo seu pau.  Ela acelerou e vieram  ao mesmo tempo.

Arranjaram-se, e ele sussurrou,  amei. Ela respondeu,  no regresso há mais.

Ela sai primeiro, e ele ao sair passa por ela e só ouve a resposta ao marido. "Sim, estou bastante melhor".